terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

11 regras para o sucesso

A revista INC, principal veículo de comunicação para pequenas empresas dos EUA, fez uma pesquisa entre os assinantes e, baseado nas respostas, escolheu 11 ‘regras para o sucesso’. Vale a pena dar uma olhada (e uma pensada…).

1) Faça menos: As pessoas hoje estão envolvendo-se cada vez com mais projetos e por isso tem menos tempo para cada um deles. Isso significa menos análise aprofundada, menos tempo pensando nos detalhes, menos foco. Além disso, o hábito de fazermos muitas coisas ao mesmo tempo diminui nossa produtividade – isso é fato comprovado por diversos estudos. Aprenda a dizer não, faça menos coisas mas faça extremamente bem feito.

2) Converse com todo mundo: Como disse Robin Sharma, todos têm uma lição para lhe ensinar, uma história interessante para contar e um sonho para compartilhar. Sempre tem alguém, em algum lugar, que tem a resposta que você precisa. Ou alguém com uma idéia nova, que você nunca teria pensado sozinho. Ou alguém que já passou por isso e pode aconselhá-lo. Mas você precisa estar aberto e estimular esses encontros para que a probabilidade de encontrar a pessoa certa aumente. E isso só acontece se você não se trancar, abrir-se para a troca de idéias e conversar com todo mundo.

3) Escolha seu posicionamento: Ou você faz as coisas de maneira tão diferente e superior que os clientes aceitam pagar um premium pelo seu produto ou serviço, ou vai competir por preço. Saia do mata-burro e escolha seu posicionamento: preço baixo ou diferenciação? Uma vez decidido, execute de maneira impiedosa para deixar bem claro para a equipe e para os clientes qual é de verdade seu posicionamento e seus diferenciais.

4) Erre mais: Erros devem ser vistos como degraus para o sucesso e não como fracassos. Errar não é o contrário de sucesso. Lembrando que aqui estamos falando de novos erros, aqueles que trazem ensinamentos – e não erros operacionais ou falhas de execução. Estamos falando de arriscar-se e sair da zona de conforto. Veja os erros pelo lado positivo: quem erra é por que tentou algo diferente. Ou seja, não está morto, parado, acomodado. E quem está vivo e tenta coisas diferentes erra mais. Se aprender e tiver resiliência, errar mais é um bom caminho para crescer rapidamente em direção ao sucesso.

5) Delegue: Especialistas em estratégia militar são unânimes em afirmar que um dos grandes erros de Hitler foi centralizar as principais decisões, mesmo com diversos fronts e afastado de onde as batalhas aconteciam. Um líder de sucesso hoje cria regras claras dando autonomia para que sua equipe tome decisões importantes, acelerando o processo de adaptação ao mercado. Isso só acontece quando se delega.

6) Preocupe-se com a alma da empresa: Toda empresa tem uma alma, uma cultura, uma personalidade. Essa ‘alma’ é um de seus bens mais valiosos, pois é a única coisa que a concorrência realmente não consegue copiar. Líderes de sucesso preocupam-se e investem na alma, na cultura e na personalidade da empresa (isso passa naturalmente por recrutamento e seleção, treinamento, remunueração, incentivos, fluxo de informação, indicadores de performance, comunicação com a equipe, etc… a Roda da Liderança inteira).

7) Progresso contínuo: Num estudo realizado por Teresa Amabile, da Harvard Business School, descobriu-se que o fator comum em todos os funcionários entrevistados sobre o que seria um “bom dia de trabalho” era “progresso em relação a um objetivo claro”. Quando os líderes são pesquisados sobre o que um “bom dia de trabalho” seria para a equipe, “progresso em relação a um objetivo claro” não aparece na lista. Interessante, não? Por isso a necessidade de: a) definir claramente os objetivos para cada pessoa na equipe; b) monitorar freqüentemente esse objetivo; c) dar feedback constante sobre o progresso.

8) Não jogue jogos de “soma zero”: Um jogo de soma zero é quando alguém tem que perder para que o outro lado ganhe. Sucesso (e paz de espírito, equipe engajada, lucro sustentável) ocorrem quando você entende que não existe o ‘outro lado’, que estamos todos juntos num grande barco e que malandragem mesmo é ser 100% honesto e dedicar-se 100% a projetos e situações onde TODOS ganham e saem melhor do que quando entraram. Não pense só em você: seu sucesso é o sucesso dos outros.

9) Resiliência: Nenhum plano vai perfeitamenta da teoria para a prática. Sempre esquecemos de alguma coisa, um imprevisto acontece, a situação muda sem aviso. Nesses casos, é melhor adaptar-se rapidamente, repensar e voltar à carga. Nenhum grande projeto ou pessoa de sucesso conseguiu chegar lá sem percalços ou tropeços. Resiliência é fundamental.

10) Sorte acontece (se você estiver preparado): Jim Collins escreveu sobre isso no seu livro mais recente. Ele chama de Retorno Sobre Sorte. Assim como existem índices financeiros para retorno sobre investimento, retorno sobre patrimônio, etc., Collins disse que existe ‘retorno sobre sorte’. Isso ocorre quando um fato inesperado (positivo ou negativo) acontece. As empresas preparadas aproveitam o fato positivo (ou não quebram no fato negativo). Já as empresas despreparadas não aproveitam o bônus da sorte e se afundam quando um imprevisto ou azar acontece. Uma das melhores formas de lidar com isso é ter sempre várias opções de saída – o famoso Plano B. Estar preparado e trabalhar com cenários, então, é a melhor forma de lidar com a sorte.

11) Inove ou morra: A maior parte das empresas (e das pessoas que trabalham nelas) procuram ser cada vez melhores na parte de execução ou na parte de controle. Ou seja, foco na parte operacional e controle do operacional. Isso significa que as empresas têm a tendência de ficar cada vez melhores no que fazem. Algumas mais rapidamente, outras mais demoradas, mas com a tendência clara de melhorar a execução e o monitoramento, diminuindo o número de erros, etc. O problema: a empresa é cada vez melhor desde que as condições onde ela atua não mudem. Entretanto, não é o que acontece na realidade competitiva de hoje. Então você precisa estar permanentemente testando novas opções, no que se chamaríamos de ‘auto-obsolescência’ – você mesmo trabalhando para melhorar tanto que o jeito antigo passa a ser obsoleto. Melhorar o operacional e o controle do operacional é fundamental, desde que isso não engesse a empresa no jeito velho de fazer as coisas ou numa realidade que talvez não exista mais.

Essas são as 11 regras do sucesso da INC. E você, se fosse adicionar uma 12a regra, qual seria?

Abraços estratégicos de líder,

Raul Candeloro

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

7 problemas do excesso de otimismo em Vendas

1) O vendedor excessivamente otimista superdimensiona o potencial de vendas, a comissão que vai ganhar e depois se desmotiva porque não vendeu o que achava e não recebeu o que tinha planejado.

2) O vendedor excessivamente otimista não cumpre com frequência sua meta (justamente por superdimensioná-la) e perde a credibilidade perante a liderança e a equipe.

3) O vendedor excessivamente otimista geralmente tem suas finanças pessoais em desordem, porque acha que vai ganhar mais do que realmente recebe. Isso acaba criando ansiedade e uma pressão muito forte para acelerar processos de venda, o que pode acabar influenciando negativamente seus resultados, criando assim uma espiral negativa complicada.

4) O vendedor excessivamente otimista promete coisas para o cliente que depois não pode cumprir.

5) O vendedor excessivamente otimista continua investindo em situações que claramente não terão retorno, mas ele/ela não consegue aceitar isso, perseguindo potes de ouro imaginários no final do arco-íris.

6) O vendedor excessivamente otimista aceita riscos muito mais altos do que uma margem de segurança normal indicaria, simplesmente por acreditar (erradamente) que os resultados vão ser sempre fantásticos. (Dar muito crédito, por exemplo).

7) O vendedor excessivamente otimista pode se acomodar, achando que é mais fácil alcançar metas do que realmente é.

E você, o que acha? Incluiria algum outro problema do excesso de otimismo nesta lista?

‎7 (+1) maneiras básicas de se diferenciar da concorrência

1. Características – Alguma coisa no seu produto ou serviço é claramente diferente em relação à concorrência.

2. Marca – As pessoas pagam mais por marcas reconhecidas.

3. Conveniência – Seu produto ou serviço é mais fácil de comprar, de usar, de instalar, de receber. Agilidade e assistência técnica também podem ser consideradas como conveniência.

4. Qualidade – Seu produto ou serviço pode parecer igual aos demais, mas é mais resistente, dura mais, tem melhor acabamento, melhor design – ou seja, alguma característica técnica superior.

5. Relacionamento – O cliente prefere fazer negócios com você porque seu atendimento é melhor ou porque vocês já fazem negócios juntos há anos.

6. Parcerias Estratégicas – Você oferece soluções completas e integradas ao cliente.

7. Integração – Seu produto ou serviço se encaixa melhor no que o cliente precisa.

A minha lista, que apresento nas palestras e workshops, sempre teve as primeiras 6 opções, mas o especialista Geoffrey James incluiu o 7o item que realmente é fundamental.

Vivendo e aprendendo... Agora, temos uma lista ainda mais completa de opções para fugir diferenciar e da guerra de preço!

Estou pensando em incluir um 8o item, que seria o do Design, fazendo com que o produto seja visualmente agradável e atraente.

E você, o que incluiria nessa lista? Alguma sugestão inovadora na forma de diferenciar? Deixe seus comentários abaixo!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Dá para aumentar os preços sem perder clientes?

Entrevista concedida à Pauline Machado, da Revista Gestão e Negócios (www.revistagestaoenegocios.com.br), sobre a importância da diferenciação para o sucesso das pequenas empresas (e como fazer isso na prática):

***

O especialista e consultor em vendas, diretor da editora Quantum e um dos autores do livro “Desafios de Vendas – os 30 maiores desafios de vendas e 90 ferramentas para você superá-los”, Raul Candeloro, conversa com exclusividade com a equipe da Gestão&Negócios e detalha como é  possível aumentar os preços sem perder os clientes.

Gestão&Negócios: As pequenas e médias empresas realmente têm condições de competir com as grandes  nessa “guerra por preços baixos” ou o risco de falir é maior por não terem margem de lucro?

Raul Candeloro: Uma empresa de preço baixo precisa de volume para ter sucesso. esse volume é necessário para diluir custos fixos e também para ter maior poder de barganha com fornecedores para baixar custos variáveis, mantendo assim as margens de lucro razoavelmente atrativas. O pior cenário possível é justamente quando uma empresa pequena, com volume pequeno, decide competir oferecendo preços baixos. Volume baixo com margem baixa de lucro é receita infalível de fracasso.

G&N: Quais devem ser as medidas das PMEs para manterem seu posicionamento neste mercado acirrado?

RC: Eu recomendaria dois caminhos:

a) Com clientes: usar a “Questão Definitiva”, do Frederick Reichheld, para fazer pós-venda. A pergunta é: “de 0 a 10, qual a probabilidade de você nos indicar para um amigo ou colega?”.

- Notas de 0 a 6 são detratores. Tiveram algum problema, foram mal-atendidos, etc. Além de não voltarem a comprar, provavelmente vão fazer marketing boca a boca negativo da empresa. Para esses, você precisa perguntar o que aconteceu - e resolver.

- Notas entre 7 e 8 são neutros. Talvez indiquem, talvez não. Talvez comprem de novo, talvez não. Ou seja, fidelidade muito baixa. Para esses você pergunta: “o que poderíamos fazer para que você nos desse uma nota 10?”. Essas respostas são sugestões de melhoria.

- Notas entre 9 e 10 são promotores. Esses além de voltar a comprar, indicam a empresa. Para esses a recomendação é dupla: pedir um testemunhal e também indicação de potenciais novos clientes.

b) Para quem ainda não é cliente (prospect): perguntar ou pesquisar quais são os maiores incômodos (o que eu chamo de “irritadores”) e trabalhar em cima disso. Veja o caso da Azul, por exemplo, que fez uma pesquisa e descobriu que um dos grandes irritadores das pessoas que viajam é sentar na poltrona do meio. Eliminou essa poltrona, deu às pessoas opções de lanchinho, etc..., e imediatamente conquistou seu espaço. Tudo baseado  em eliminar coisas que irritam as pessoas ao comprar ou utilizar o produto/serviço.

G&N: Quais são os diferenciais das pequenas e médias empresas em relação às grandes?

RC: As pequenas empresas têm que aproveitar o que têm de melhor: agilidade, proximidade com o  cliente, atendimento, customização/personalização, ou seja, justamente os pontos fracos mais comuns dos concorrentes maiores.

G&N: É possível que as pequenas e médias empresas cheguem a situações em que a única alternativa para continuar os negócios seja aumentar o preço? 

RC: Se ela não aumentar, vai quebrar, ou ficará patinando na mediocridade, o que é ainda pior. A questão é como aumentar preço sem perder faturamento. Nesse caso o exercício que eu faço é construir o que chamo de Perfil do Cliente Ideal (PCI). São as características de clientes que valorizam o que a empresa realmente tem para oferecer como diferencial, e que pagam por isso. O que eu vejo é que a maior parte das pequenas empresas não segmenta sua base de clientes, por isso têm tantos problemas. A pequena empresa precisa achar o nicho/segmento de clientes que valorize o que ela tem, e isso, na imensa maioria das vezes, significa começar a dizer não para uma parcela de clientes que demanda muito, mas não dá lucro, e não ficar tentando agradar a todos com preços mais baixos.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

7 sinais de que sua equipe de vendas está com problemas


Um dos assuntos com os quais mais tenho me preocupado ultimamente é com o que chamaria de “saúde” de uma equipe comercial. Para mim, uma equipe de vendedores é algo vivo e pulsante.

Você pode rapidamente sentir o nível de energia de uma equipe comercial numa reunião ou ao analisar os relatórios de vendas. Uma equipe de vendas saudável pulsa, vibra, respira.

Por isso chamou-me a atenção um teste desenvolvido por Paul McCord, especialista norte-americano, para que um líder de vendas reconheça quais são os 7 sintomas mais comuns de problemas numa equipe comercial. São eles:

  1. Reuniões atrasadas e sem energia
  2. Apatia geral da equipe
  3. Queda constante nos resultados de vendas
  4. Brigas e disputas internas
  5. Tensão e pressão exagerada
  6. Baixíssima troca de experiências
  7. Desprespeito claro às regras
São assuntos sobre os quais falamos constantemente no GEC, meu curso online de Gestão de Equipes Comerciais do Instituto VendaMais que está com as inscrições abertas para a turma de 2013. Para quem tiver interesse no assunto, as aulas começam em Fevereiro e você pode encontrar mais informações aqui: www.institutovendamais.com.br

Agora faça o teste, marcando V (Verdadeiro) ou F (Falso) e veja como anda a saúde da sua equipe comercial:

1) As reuniões começam sempre atrasadas por que muita gente não chega no horário, não se importa com a reunião ou, pior, fica reclamando que aquilo é um desperdício de tempo. O líder não consegue engajar e motivar a equipe.

2) As reuniões são um monólogo onde só o líder fala. O resto da equipe está apático, não fala o que pensa, não dá sugestões ou idéias novas e basicamente fica todo mundo passivamente esperando a reunião acabar logo para voltar a trabalhar. Se alguém abre a boca é para falar mal de alguém, de alguma coisa ou reclamar.

3) Os resultados de vendas começam a cair gradativamente, mesmo sem que nada de muito diferente tenha acontecido no mercado. Pior: os vendedores parecem aceitar isso como se fosse normal. A única coisa que realmente os incomoda é que as comissões estão caindo.

4) A equipe comercial está claramente ‘rachada’: grupos de interesse, feudos e patotinhas rivais começam a se formar. Ao invés de trabalho e espírito de equipe, temos atritos constantes, discussões e acusações entre pessoas que parecem gastar mais tempo com brigas internas do que com vender e atender melhor os clientes.

5) Ninguém mais dá bom dia, boa tarde, nem por favor nem obrigado. O ambiente é sério o tempo inteiro – só cobrança e pressão. A energia não é de descontração – é de tensão (em alguns lugares, uma tensão pesada mesmo).

6) Ninguém pede ajuda, nem ao líder. Ninguém sabe o que os outros estão fazendo. Ninguém aprende ou ensina com a experiência dos outros. É basicamente ‘cada um por si e eu por mim’.

7) Os vendedores claramente não respeitam mais as regras da empresa nem o líder. Dão mais desconto do que deveriam e nada acontece. Vendem o que querem vender ou só o que o cliente pede e mais nada. O líder fala fala, todo mundo escuta, escuta e ninguém faz nada. Ou seja, os vendedores basicamente deram um golpe de estado silencioso e assumiram o comando, aproveitando a fraqueza (ou o excesso de bondade) do líder.

Se você marcou alguma dessas alternativas do teste como ‘verdadeira’, saiba que podemos ajudá-lo mudar isso.

São assuntos sobre os quais falamos constantemente no GEC, meu curso online de Gestão de Equipes Comerciais do Instituto VendaMais que está com as inscrições abertas para a turma de 2013 - www.institutovendamais.com.br

Estes problemas não surgem por acaso – sempre têm uma raíz. Causas que podem estar provocando isso incluem:

  • o/a gerente perdeu a mão da equipe,
  • pode ser que o/a líder não tenha sido preparado adequadamente para o cargo (isso é muito comum em Vendas!),
  • pode ser que algum vendedor mais problemático esteja envenenando o ambiente,
  • pode ser que os diretores da empresa enlouqueçam todo mundo com suas demandas,
  • pode ser desorganização e falta de foco,
  • pode ser falha de comunicação…

Enfim, existem ‘n’ fatores que desestabilizam a saúde de uma equipe de vendas. Felizmente essas causas todas têm cura. Mas não vão ser resolvidas sozinhas – você precisa de ajuda. E precisa agir AGORA se quiser reassumir o controle da equipe e melhorar seus resultados.

Tem líderes que escolhem continuar com dificuldades na equipe, parecem que gostam de sofrer. Mas eu sei que você não é esse líder. Sei que você é do tipo que vai buscar informação e procura a melhoria contínua. E que investe naquilo que sabe que funciona. (Se você é vendedor – repasse esta mensagem para seu líder!).

No GEC são 10 módulos e cada módulo acontece em um mês, ou seja, teremos aula de fevereiro a novembro. Confira a lista:

FEV: Posicionamento estratégico
MAR: Indicadores de performance
ABR: Treinamento e desenvolvimento
MAI: Recrutamento e seleção
JUN: Comunicação para líderes
JUL: Criatividade em vendas
AGO: Lucratividade
SET: Remuneração e inventivos
OUT: Administração do tempo
NOV: Campanhas de vendas

Começamos as aulas no dia 01 de fevereiro. Inscreva-se agora mesmo em http://www.institutovendamais.com.br/gec/inscricao

Aguardo você! Vamos juntos fazer com que sua equipe volte novamente a ter reuniões produtivas, ambiente energizado, resultados de vendas em ascensão, respeito por regras e pela liderança. Ou seja, como uma equipe de vendas deveria naturalmente ser.

Abraço e boa$ venda$,

Raul Candeloro

P.S.: Sinta-se livre para passar esta mensagem a mais gente da área comercial para que façam o teste também e depois comparem os resultados!

P.S. 2: Em dúvida? Veja aqui alguns testemunhais de alunos que fizeram o curso: http://www.institutovendamais.com.br/gec/testemunhais

domingo, 26 de agosto de 2012

10 dicas para administrar melhor o seu tempo


Um dos produtos dos quais mais tenho orgulho é a nossa Agenda VendaMais – a única agenda do Brasil focada 100% para quem trabalha na área de Vendas.  Baseada no CHA das Vendas (Conhecimentos, Habilidades e Atitudes) e com espaço para colocar suas metas, clientes, prospecções e tudo aquilo que um bom vendedor organizado precisa para se planejar, ela é única no mercado. (Você encontra a Agenda VendaMais aqui: www.editoraquantum.com.br).

Como a versão 2013 acaba de ficar pronta, achei que hoje o texto do meu editorial poderia ser sobre dicas de administração do tempo, algo que tem tudo a ver com o planejamento e o uso da agenda.

1) Administrar o tempo é um mito: Um grande erro que as pessoas cometem é imaginar que conseguem controlar o tempo. Não se controla o tempo – controlam-se as ATIVIDADES onde você investe seu tempo.

2) Comece a anotar como e onde investe seu tempo: Assim como quem quer emagrecer deve começar a anotar tudo o que come e como quem quer economizar dinheiro precisa anotar tudo que gasta, da mesma forma quem quer administrar melhor seu tempo precisa anotar tudo que faz. É a única forma de analisar seriamente onde estão seus grandes desperdiçadores de tempo (e eliminá-los).
 
3)   Administrar do tempo é gestão de mudanças: Outro grande mito – achar que vai conseguir economizar tempo sem antes mudar sua atitude. A maior parte das pessoas que não administra bem seu tempo está ‘viciada’  em alguns comportamentos/atividades ineficientes. É preciso muita determinação e foco para superar esses vícios e essa dependência (exemplo típico de vício: fazer sempre o que parece urgente antes de fazer o que é importante).
 
4)   Foco: Faça uma lista no final do dia de todas as coisas realmente importantes que tem para fazer no dia seguinte. Na manhã seguinte, faça pelo menos a primeira coisa ANTES DE MAIS NADA. Não abra nem seus e-mails (e-mails são uma lista das prioridades das outras pessoas, não das suas!). Durante o dia, releia a lista e veja o que mais de importante consegue fazer. Ao final do dia, refaça a lista. E lembre-se que essa lista é de coisas IMPORTANTES. Logo, deve ser respeitada.
 
5)   Aprenda a dizer “não”: Já escrevi um editorial na VendaMais sobre isso, baseado numa palestra do Jim Collins que assisti. Se você tem uma lista de coisas a fazer, crie também uma de coisas que precisa PARAR de fazer. O exercício do item 2 pode ajudá-lo nesse sentido.
 
6)   Cuidado com e-mails: Só para reforçar – sua caixa postal de e-mails, invariavelmente, é uma lista de prioridades e coisas urgentes de OUTRAS PESSOAS. Não as suas. Pense nisso antes sempre que for abrir sua caixa postal.
 
7)   Cuidado com mídias sociais: Quer desperdício maior de tempo do que ver quantas pessoas deram um ‘like/curtir’ na sua última postagem do Facebook? Separe 10 a 15 minutos por dia para cuidar disso (é suficiente, acredite – é o que eu faço mesmo com todos os seguidores que tenho) e lembre-se que ficar entrando e saindo é VÍCIO (definição excelente de vício: comportamento que dá prazer no curto prazo e destrói no longo prazo).
 
8)   Use uma agenda: O simples fato de você ter um lugar onde anotar o que precisa ser feito já é uma excelente forma de começar a se organizar eadministrar melhor suas prioridades. Obviamente… não vou perder a chance de recomendar a Agenda VendaMais .J
 
9)   Sempre que puder, delegue. Existem tarefas onde você realmente é bom e agrega valor. Em outras, claramente está desperdiçando tempos com atividades operacionais/burocráticas que não agregam NADA. Algumas não tem jeito – você vai ter que fazer e pronto. Para essas, crie rotinas que aumentem sua produtividade. Para as outras, delegue sem dó. Muita gente quer centralizar tudo e acaba afundando-se na mediocridade por insegurança de delegar. Não seja uma dessas. Fique com o que é realmente importante e delegue o resto.
 
10) Reuniões: Estou justamente gravando as aulas do GEC, nosso curso online de Gestão de Equipes Comerciais, onde o assunto são reuniões produtivas. Então tenho tanto material que isso daria um outro artigo… por enquanto, fique com a dica de ter sempre uma pauta para toda reunião, começar no horário e ter horário para terminar.  E a dica mais importante de todas: comece a questionar se uma reunião é realmente necessária (ou se aquele assunto não poderia ser resolvido de outra maneira). Ao seguir estas 4 simples regras, você controlará um dos grandes gargalos que temos atualmente em termos de administração de tempo dentro das empresas.

Espero ter ajudado com as dicas. Se tiver alguma outra dica de administração do tempo que funciona para você e que você gostaria de compartilhar conosco, poste na nossa página do Facebook: http://www.facebook.com/VendaMais

A Agenda VendaMais está disponivel para aquisição individual ou em grupo (quando a empresa compra e distribui entre todos seus vendedores). Algumas inclusive personalizam a capa, colocam seu logotipo, etc. Se tiver interesse que sua equipe de vendas tenha a Agenda VendaMais personalizada, mande um e-mail para grupo@editoraquantum.com.br, solicitando um orçamento.

Abraço e boas venda$,

Raul Candeloro

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Qual é o livro de vendas que aumenta em R$ 80.000 as vendas de um vendedor, baseando-se em apenas um dos capítulos?


Escrevi Desafios de Vendas (www.desafiosdevendas.com.br) junto com Marlus Jungton num formato completamente diferente do que existe no mercado: cada capítulo do livro é um desafio. Acreditamos que vendedores campeões são movidos a desafios. Logo, nada mais natural do que um livro que desafiasse os vendedores a cumprir vários objetivos de vendas.

O vendedor que aumentou suas vendas em R$ 80.000 estava cumprindo um dos desafios do livro, que é reativar 5 clientes inativos. Ele superou a meta (reativando 6 clientes), mas também descobriu, para espanto geral, que os clientes haviam parado de comprar porque não haviam sido contatados mais pelos outros vendedores da empresa que teoricamente deveriam estar atendendo-os. Dá para acreditar?

Outros casos reais de sucesso baseados no livro (você pode ler os depoimentos e entrevistas na nossa página www.facebook.com/desafiosdevendas):

  • Uma empresa que conseguiu dezenas de testemunhais de clientes satisfeitos (e no processo conscientizou sua equipe sobre a importância de não dar tantos descontos).
  • Uma empresa que comprou 50 livros para todos seus gestores e promoveu um encontro com todos eles para discutirem os desafios e alinhar os trabalho.
  • Uma empresa que diminuiu a taxa média de descontos dados pela equipe.

Todas elas têm uma coisa em comum: investiram na compra do livro Desafios de Vendas para toda a equipe comercial e tiveram como retorno pelo menos 10x o investimento em menos de 30 dias. E isso com apenas um dos Desafios propostos pelo livro (são 30... imagine o resultado quando chegarem ao final de todos os desafios).

Não existe nenhum outro investimento que você possa fazer na motivação da sua equipe comercial que traga o mesmo resultado de maneira rápida, consistente e sustentável. Melhor ainda: desenvolvendo as habilidades da sua equipe.

O livro Desafios de Vendas custa apenas R$ 34,90. É como se você decidisse investir, por um mês, um pouco mais de um real por dia nos seus vendedores.

Veja o que responderam alguns de nossos clientes que compraram o livro quando perguntamos se indicariam o Desafios de Vendas:

- “Com certeza! Indicaria a todos os gestores comerciais que se preocupam com o desenvolvimento da sua equipe e que buscam excelência em vendas.”

- “Indico e já indiquei para vários colegas do ramo, além do twitter e facebook.”

- “Com certeza. O livro é um excelente material de apoio e inspiração para que gestores de vendas possam direcionar os seus times de vendas na busca de melhores resultados. Tenho um conceito que diz o seguinte: Se pararmos de perder para nós mesmos, corrigindo as nossas atitudes e nossa operação, cresceremos naturalmente sem prejuízo às nossas margens cada vez mais apertadas. E o livro ajuda muito nesse sentido.”

Se você estava procurando algo para motivar a equipe, um assunto para a próxima reunião de vendas ou uma campanha de vendas para melhorar seus resultados, então não perca mais tempo: clique aqui e peça já um exemplar para cada vendedor.

Grande abraço e boas vendas,

Raul Candeloro

P.S. Para terminar, mais um depoimento de uma vendedora que comprou o Desafios de Vendas: “Recebi meu livro e ele é ótimo!! Super valioso... Além das lições, do passo a passo, você tem no final de cada desafio uma avaliação do que você aplicou... Recomendo!!!”. 
Compre já o seu: www.desafiosdevendas.com.br